C a s a d a s H i s t ó r i a s P a u l a R e g o
Cascais
A magia faz-se entre o arquitecto e a pintora num ambiente ímpar, que faz acontecer.
Ele, Eduardo Souto de Moura, ela Paula Rego, ambos dispensam apresentações.
A casa distingue-se imediatamente na paisagem, quando o par de estruturas piramidais em betão pigmentado de vermelho, se revelam entre o verde preexistente e o azul luminoso de Cascais, num quadro único, pintado não pela pintora, mas pelo arquitecto, depois vai-se descobrindo em cada ângulo que se contorce.
No interior das salas de exposição, o nosso olhar saltita entre as histórias fantásticas de Paula Rego e os cenários de luz natural, criados pelo arquitecto, sem se sobreporem um ao outro, num respeito mútuo, convivendo numa festa de harmonia.
Ele, leva-nos a crer que desenhou a casa como o faz com outros projectos, como se fossem para ele.
Deixa-nos a sorte que ele é muito bom naquilo que faz, um mestre astuto, preciso, sóbrio, sereno.
Voltaremos para esmiuçar mais recantos da casa, pela pintora vale a pena, pelo arquitecto valerá sempre e ainda mais.
Ele, Eduardo Souto de Moura, ela Paula Rego, ambos dispensam apresentações.
A casa distingue-se imediatamente na paisagem, quando o par de estruturas piramidais em betão pigmentado de vermelho, se revelam entre o verde preexistente e o azul luminoso de Cascais, num quadro único, pintado não pela pintora, mas pelo arquitecto, depois vai-se descobrindo em cada ângulo que se contorce.
No interior das salas de exposição, o nosso olhar saltita entre as histórias fantásticas de Paula Rego e os cenários de luz natural, criados pelo arquitecto, sem se sobreporem um ao outro, num respeito mútuo, convivendo numa festa de harmonia.
Ele, leva-nos a crer que desenhou a casa como o faz com outros projectos, como se fossem para ele.
Deixa-nos a sorte que ele é muito bom naquilo que faz, um mestre astuto, preciso, sóbrio, sereno.
Voltaremos para esmiuçar mais recantos da casa, pela pintora vale a pena, pelo arquitecto valerá sempre e ainda mais.
