Troia design hotel
Logo na viagem, repara-se nas alterações que o novo Troia Resort apresenta. O cais de desembarque na península mudou de lugar, afastando desta forma os «ferries» da nova marina de Troia. O planeamento é positivo e quando o carro volta à estrada, encontra todos os arranjos paisagísticos que mostram uma nova península. Rumando ao centro nevrálgico da nova Troia, encontramos uma balança que baila entre a exuberância do paisagismo e o deserto comercial que ainda caracteriza o Resort. Depois dos anos de brilho do início e da desorientação do pós-revolução ( que durou anos ) eis que nasce uma tentativa de devolver o carácter de lazer e turismo a Troia, adjectivos que lhe são muito familiares. Os investimentos dividem-se entre o Grupo Amorim e o Grupo Sonae.
Assinado pelo atelier Promotório e com investimento do Grupo Amorim, nasce o Troia Design Hotel. Um excelente exemplo do exercício de acopular edifícios novos a estruturas já existentes. O enorme pé direito central foi mantido e respeitado contando agora com uma escultura brilhante com assinatura também nacional. Os novos pisos, virados a Norte contam com uma intervenção de iluminação noturna que lembram à vizinha cidade de Setúbal que o futuro chegou.
Os interiores estão bem pensados e com escolhas de materiais interessantes, devendo ser apontada alguma falta de qualidade na execução da obra.
Genericamente, o Troia Design Hotel é uma boa opção de visita. O edifício está bem resolvido e a sensação de bem estar está presente. A envolvente fala na primeira pessoa com a arquitectura contemporânea, com o exemplo do centro de congressos. Troia, enquanto Resort tem algum caminho a percorrer. Saindo das unidades hoteleiras, a oferta de lazer ou restauração é praticamente nula.
2010
Assinado pelo atelier Promotório e com investimento do Grupo Amorim, nasce o Troia Design Hotel. Um excelente exemplo do exercício de acopular edifícios novos a estruturas já existentes. O enorme pé direito central foi mantido e respeitado contando agora com uma escultura brilhante com assinatura também nacional. Os novos pisos, virados a Norte contam com uma intervenção de iluminação noturna que lembram à vizinha cidade de Setúbal que o futuro chegou.
Os interiores estão bem pensados e com escolhas de materiais interessantes, devendo ser apontada alguma falta de qualidade na execução da obra.
Genericamente, o Troia Design Hotel é uma boa opção de visita. O edifício está bem resolvido e a sensação de bem estar está presente. A envolvente fala na primeira pessoa com a arquitectura contemporânea, com o exemplo do centro de congressos. Troia, enquanto Resort tem algum caminho a percorrer. Saindo das unidades hoteleiras, a oferta de lazer ou restauração é praticamente nula.
2010