TATE MODERN, LONDRES
O dia estava chuvoso, fazendo juz à fama que Londres tem.
Depois do café que sempre nos dava o bom dia e que nos lembrava que não estávamos em Lisboa, passámos a pé a Millennium Bridge.
Junto à margem do Tamisa, lá estava a antiga central eléctrica, construída entre 1947 e 1963.
De todo o edifício destaca-se a imponente chaminé/torre que nos lembra a pujança industrial que acompanhou a sua edificação.
Entre 1981 ( ano da sua desativação ) e 2000, a equipa Herzog & Meuron assumiu a responsabilidade de devolver o edifício à cidade e ao mundo. A tarefa nobre de transformar um edifício industrial na « casa » de uma das maiores e mais conceituadas colecções de arte do mundo foi plenamente conseguida.
Destacamos dois aspectos que ficaram na retina: Um pormenor do corrimão das escadas e um átrio monumental.
Se no corrimão retroiluminado encontramos um pormenor elegante e estudado, o átrio gigante ( onde antigamente dormia a turbina da central ) faz com que todos os visitantes pareçam poucos e lembra que a Tate tem sempre lugar para mais um.
Para repor a energia ou só para um copo, a cafetaria merece uns minutos largos e descontraidos. Se por fora assume relevância na volumetria do edifício, principalmente à noite quando iluminada, por dentro devolve a liberdade que as paredes fechadas do edifício principal encerram, oferecendo uma vista sublime do rio e da cidade de Sherlock Holmes.
A visita à Tate merece calma e observação, quer pelo edifício quer pelas colecções que apresenta.
Se Londres não necessita de motivos para uma visita, a Tate Modern assume caracter obrigatório e lugar cimeiro para quem visita a cidade.
Terminamos com um sublinhado para a fenda bruta que rasga o pavimento do átrio, com uma frase que lembra o metro londrino: « Mind the gap! ».
Boa visita.
Depois do café que sempre nos dava o bom dia e que nos lembrava que não estávamos em Lisboa, passámos a pé a Millennium Bridge.
Junto à margem do Tamisa, lá estava a antiga central eléctrica, construída entre 1947 e 1963.
De todo o edifício destaca-se a imponente chaminé/torre que nos lembra a pujança industrial que acompanhou a sua edificação.
Entre 1981 ( ano da sua desativação ) e 2000, a equipa Herzog & Meuron assumiu a responsabilidade de devolver o edifício à cidade e ao mundo. A tarefa nobre de transformar um edifício industrial na « casa » de uma das maiores e mais conceituadas colecções de arte do mundo foi plenamente conseguida.
Destacamos dois aspectos que ficaram na retina: Um pormenor do corrimão das escadas e um átrio monumental.
Se no corrimão retroiluminado encontramos um pormenor elegante e estudado, o átrio gigante ( onde antigamente dormia a turbina da central ) faz com que todos os visitantes pareçam poucos e lembra que a Tate tem sempre lugar para mais um.
Para repor a energia ou só para um copo, a cafetaria merece uns minutos largos e descontraidos. Se por fora assume relevância na volumetria do edifício, principalmente à noite quando iluminada, por dentro devolve a liberdade que as paredes fechadas do edifício principal encerram, oferecendo uma vista sublime do rio e da cidade de Sherlock Holmes.
A visita à Tate merece calma e observação, quer pelo edifício quer pelas colecções que apresenta.
Se Londres não necessita de motivos para uma visita, a Tate Modern assume caracter obrigatório e lugar cimeiro para quem visita a cidade.
Terminamos com um sublinhado para a fenda bruta que rasga o pavimento do átrio, com uma frase que lembra o metro londrino: « Mind the gap! ».
Boa visita.